Sobre a escrita
Clarice Lispector
Meu Deus do céu, não tenho nada a dizer. O som de minha máquina é macio.
Que é que eu posso escrever? Como recomeçar a anotar frases? A palavra é o meu meio de comunicação. Eu só poderia amá-la. Eu jogo com elas como se lançam dados: acaso e fatalidade. A palavra é tão forte que atravessa a barreira do som. Cada palavra é uma idéia. Cada palavra materializa o espírito. Quanto mais palavras eu conheço, mais sou capaz de pensar o meu sentimento.
Devemos modelar nossas palavras até se tornarem o mais fino invólucro dos nossos pensamentos. Sempre achei que o traço de um escultor é identificável por um extrema simplicidade de linhas. Todas as palavras que digo - é por esconderem outras palavras.
Qual é mesmo a palavra secreta? Não sei é porque a ouso? Não sei porque não ouso dizê-la? Sinto que existe uma palavra, talvez unicamente uma, que não pode e não deve ser pronunciada. Parece-me que todo o resto não é proibido. Mas acontece que eu quero é exatamente me unir a essa palavra proibida. Ou será? Se eu encontrar essa palavra, só a direi em boca fechada, para mim mesma, senão corro o risco de virar alma perdida por toda a eternidade. Os que inventaram o Velho Testamento sabiam que existia uma fruta proibida. As palavras é que me impedem de dizer a verdade.
Simplesmente não há palavras.
O que não sei dizer é mais importante do que o que eu digo. Acho que o som da música é imprescindível para o ser humano e que o uso da palavra falada e escrita são como a música, duas coisas das mais altas que nos elevam do reino dos macacos, do reino animal, e mineral e vegetal também. Sim, mas é a sorte às vezes.
Sempre quis atingir através da palavra alguma coisa que fosse ao mesmo tempo sem moeda e que fosse e transmitisse tranqüilidade ou simplesmente a verdade mais profunda existente no ser humano e nas coisas. Cada vez mais eu escrevo com menos palavras. Meu livro melhor acontecerá quando eu de todo não escrever. Eu tenho uma falta de assunto essencial. Todo homem tem sina obscura de pensamento que pode ser o de um crepúsculo e pode ser uma aurora.
Simplesmente as palavras do homem.
Uma das coisas que mais me irritam são os meus vizinhos. Eles são chatos, desconhecidos, irritantes demais e velhos. Todos eles. Como a criatividade ainda não voltou, resolvi vir aqui falar sobre os vizinhos. Tomara que nenhum deles descubra meu blog e nem me denunciem para a polícia.
Vizinhos casa I - Um idoso de 82 anos, viúvo, que mora com seu filho que é maluco. No mesmo quintal mora a outra filha com o marido e duas filhas que eu só vi uma vez desde que vieram morar aqui, depois da morte da mãe no ano passado. Antipáticos, nunca falam com ninguém - só o velho que dá uns acenos de vez em quando. Nada animador e nem satisfaz minha necessidade de vizinhos simpáticos.
Vizinhos casa II - Um casal que já passou dos 80 que mora com a irmã de um deles (ou será uma filha?) que é maluca. Passam o dia inteiro na varanda de casa vigiando a rua e faziam fofoca para todo mundo quando um falecido ex-namorado meu vinha aqui em casa me visitar. Nojentos!
Vizinhos casa III - É nessa parte que pensamos como é nossa vida. Dessa casa eu só sei que mora um velho e um homens de uns vinte e poucos anos. Eu sei que tem mais gente, mas não faço ideia de quem seja. E todos moram aqui faz muitos anos, acho que desde muito antes de eu nascer.
Vizinhos casa IV - Nunca vi nenhum deles, mas sei que moram aqui.
Vizinhos casa V - Uma mulher com seu marido alguns anos mais velhos. Só os vi algumas vezes e eles sempre deixam um pequeno poodle cinza na rua e ele fica latindo horas e horas até alguém resolver abrir o portão. Morro de pena do pobre animal e qualquer dia desses eu pretendo denunciá-los por mal-tratos para o programa Late Show, da Rede TV ou sei lá qual o nome.
Vizinhos casa VI - São os mais próximos da minha família. Só vejo o homem raramente quando ele esta cortando a grama da casa. A mulher eu vejo às vezes quando ela passa em frente da minha casa ou quando eu olho pela janela do meu quarto e a vejo pendurando roupas no varal. Eles tem dois filhos, um advogado de uns trinta anos que vejo quando chega de carro e uma filha que eu só vi uma - uma - vez em todos esses anos de vizinhança. Só sei que ela mora aqui porque de vez em quando eu a escuto chamar "mãe" e sem isso eu nem saberia de sua existência.
Vizinhos casa VII - Velha surda. Passa o dia inteiro cantando coisas como "xeha, hei hei hei. xeha, Jesus, Maria, José, Xeha". Passa o dia inteiro escutando (?) músicas do Padre Marcelo, Xuxa, Rebeldes e até alguns funks eu já escutei saindo de sua casa. Ela mora sozinha e alguns anos atrás teve problemas por maltratar seus vários gatos e alguns cachorros.
Vizinhos casa VIII - Não sei o que esses pais querem que seus filhos sejam. Nunca vi a mãe, vi o pai umas duas vezes mas vejo sempre os filhos. Porque eles passam o dia inteiro dentro da piscina! De manhã quando eu acordo eles estam lá. De tarde, lá estam. De noite, adivinha? Uma vez lá estavam eles exatamente as duas da manhã. Não sei se tenho pena ou raiva das crianças por causa da grande barulheira que eles fazem. Uma vez soltaram fogos e quase que morro do coração.
E depois minha mãe diz que temos que respeitar os vinhos...
Sem Ar
D'Black
Meus pés não tocam mais o chão
Meus olhos não vêem minha direção
Da minha boca saem coisas sem sentido
Você era o meu farol e hoje estou perdido
O sofrimento vem à noite sem pudor
Somente o sono ameniza minha dor
Mas e depois? e quando o dia clarear?
Quero viver do teu sorriso teu olhar
Eu corro pro mar pra não lembrar você
E o vento me trás o que eu quero esquecer
Entre os soluços do meu choro eu tento te explicar
Nos teus braços é o meu lugar
Contemplando as estrelas minha solidão
Aperta forte o peito é mais que uma emoção
Esqueci do meu orgulho pra você voltar
Permaneço sem amor, sem luz, sem ar
Perdi o jogo e tive que te ver partir
E a minha alma sem motivo pra existir
Já não suporto esse vazio quero me entregar
Ter você pra nunca mais nos separar
Você é o encaixe perfeito do meu coração
O teu sorriso é chama da minha paixão
Mas é fria a madrugada sem você aqui
Só com você no pensamento
Eu corro pro mar pra não lembrar você
E o vento me trás o que eu quero esquecer
Entre os soluços do meu choro eu tento te explicar
Nos teus braços é o meu lugar
Contemplando as estrelas minha solidão
Aperta forte o peito é mais que uma emoção
Esqueci do meu orgulho pra você voltar
Permaneço sem amor, sem luz...
Meu ar, meu chão é você
Mesmo quando fecho os olhos
Posso te ver!
Eu corro pro mar pra não lembrar você
E o vento me trás o que eu quero esquecer
Entre os soluços do meu choro eu tento te explicar
Nos seus braços é o meu lugar
Contemplando as estrelas minha solidão
Aperta forte o peito é mais que uma emoção
Esqueci do meu orgulho pra você voltar
Permaneço sem amor, sem luz, sem ar
Uma das reações que a Auriculopuntura causa em mim é, evidentemente, o sono.
O início para qualquer tratamento nessa área é cuidar de três pontos principais, inclusive um que é para estresse e que, colocando tudo certinho, ele te faz relaxar. Tem gente que sente tontura, gente que fica mole... e eu fico com sono. E eu, como superei todos os níveis de estresse por causa das provas - que acabam amanhã com a graça do Senhor Jesus - eu precisei "me colocar" agulhas e agora estou caindo com o tanto de necessidade de dormir que estou sentindo.
Talvez seja porque ontem eu andei o dia inteiro. Me deram ideias. Meus pais decidiram comprar um armário novo para meu quarto. Com o armário, dei a ideia de pintar. Com essa ideia, resolvi que também está na hora de trocar a mesa do computador e daí por diante estou preparada para que meu quarto passe por uma reforma. Não importo com a minha alergia à tinta, acho que para realizar seus sonhos você precisa fazer certos sacrifícios. E vou ter que fazer.
E eu estou cansada. Nem o feriado de ontem me fez descansar. Acho que só sexta que eu vou poder deitar e dormir, dormir e dormir. Porque hoje estou aqui, escrevendo pela manhã, e daqui a pouco tenho que estudar para prova de Oncologia. E amanhã além de estudar para Reumatologia eu ainda tenho que acabar de fazer meu trabalho sobre espondilólise e esponilolistíase. Ele já até está feito, mas preciso editar algumas partes e colocar tudo dentro das normas da ABNT. Acho que só Jesus para conseguir me fazer permanecer viva durante essa semana. Porque eu não tenho forças! Tudo que eu queria era deitar e ficar lá... deitada! Estou em um daqueles dias que meu sonho era um robô para eu dar as ordens e ele trazer para meu quarto tudo que eu precisasse. Mas semana que vem passa, porque todo o meu nervosismo é causado por essa época safada na faculdade. Eu nem precisava disso já que eu sou uma boa aluna mas, caraca, eu fico nervosa demais! Quando eu sair da sala de aula amanhã depois de ter feito a última prova, eu vou sentar e respirar fundo para acreditar que acabou e que nos próximos dois meses eu estarei livre de qualquer coisa que teste meus conhecimentos. Porque prova não vai dizer para ninguém se sou boa aluna ou se serei uma boa profissional. Infeliz seja quem ivnentou essa malidição que são as provas.
Beijos e até a minha melhora.
7 coisas que eu tenho que fazer antes de morrer:
1. Fazer uma ultra viagem pela Europa;
2. Conhecer os EUA, o Canadá e alguns países da América do Sul;
3. Ganhar na Mega Sena;
4. Ter um apartamento de frente para a praia;
5. Ter lindos filhos, tipo de comercial;
6. Ter um Husky Siberiano cinza;
7. Morar em Porto Alegre;
7 coisas que eu mais digo:
1. Mãããe;
2. Puta queooo Pariu;
3. Vai pra pooorra;
4. Caraca;
5. Quero comprar isso...;
6. Merrrrrrrrrda;
7. Hum;
7 coisas que eu faço bem:
1. Dormir;
2. Ler;
3. Sonhar alto;
4. Irritar quem estiver perto de mim;
5. Encenar;
6. Beijar xD;
7. Mentir;
7 coisas que eu não faço:
1. Beijar mulher;
2. Falar verdades para certas pessoas;
3. Prestar atenção nas aulas;
4. Gastar dinheiro a toa (pão-dura mesmo);
5. Dormir cedo;
6. Tomar banho frio;
7. Brigar com minha vó;
7 coisas que me encantam:
1. Lua;
2. Frio;
3. Meus primos (só Alana e Miguel);
4. Minha família;
5. Homens altos e loiros com olhos verdes;
6. Diversos lugares;
7. A Fisioterapia;
7 coisas que eu odeio:
1. Pessoas que fumam para aparecer;
2. Pessoas que bebem para aparecer;
3. Pessoas que se fazem de rebeldes para aparecer;
4. Pessoas que se fingem de doentes para ganhar compaixão do próximo;
5. Pessoas que se instalam na casa dos outros sem serem convidados (uma indireta);
6. Pessoas puxa-saco;
7. O Lula e todo o governo;
7 pessoas para fazer o teste:
1. Ah... faz quem tiver com vontade...
Mais um sumiço.
Eu sei que vocês irão me perdoar porque foi tudo culpa das provas. Eu fiquei desesperada, como sempre. E quinta quando sai da prova de Órteses eu me descobri com febre. Peguei uma gripe horrível e ontem eu não conseguia nem abrir os olhos. Aliás, toda semana de prova desde que eu entrei na faculdade me faz ter algum treco. Já passei por Intoxicação Alimentar e por Pneumonia. Acho até que o meu nervosismo durante essa época faz com que meu sistema imunológico fique baixo ou algo parecido, e essa é a única explicação que eu tenho para minhas doenças de todo ano pós-começo da faculdade em Abril e Setembro.
Tirando isso, a vida está boa. Não pensei em nada de útil para o post porque cada vez que eu abria os olhos a minha cabeça latejava. Na verdade, eu criei um texto em minha mente solitária umas uma ou duas vezes, mas eu esquecia de tudo que tinha pensado toda vez que eu lembrava da minha cefaléia =p
Sei lá, é um tédio vir aqui e falar que a prova foi fácil. O professor mandou todo mundo sair da sala e colocou 14 órteses em cima de uma mesa, todas com um número. Então a pessoa ia entrado e ele pergutnava um número. Eu escolhi o 7 graças a Deus. Nessas ocasiões eu sempre escolho o 5, mas não sei porque eu decidi mudar um pouco e me dei bem. O 7 era um afo, semi-flexível, dinâmico, ajustável, confeccionado e que servia para estabilizar e posicionar o pé e a articulação tíbio-társica. Bah, e o que vocês vão entender disso, né? É tudo para encher linguiça já que eu não sei mesmo o que colocar aqui e eu não gosto de deixar o blog abandonado por vários dias. Estou até escrevendo de manhã.
Tinha planos de hoje ir com Leo assistir a Air Race na praia de Botafogo, mas por causa da minha coisa aqui eu não vou poder. Imagina ouvir a barulheira dos aviões durante uma dor de cabeça dos infernos como a que estou tempo desde ontem? Ia ser tão lindo... eu e meu coração animados. Imaginei até a gente usando aqueles dedos gigantes que geralmente se usa nos EUA nos jogos de Basquete... huahuahua... Eu gosto de imaginar todo tipo das coisas que poderão vir a acontecer em um dia. Huahua... Completamente louca, eu.
Bom... como o post hoje está chato² demais, é melhor eu parar. Capaz de ser tão ruim que ninguém vai querer comentar =p
Beijos e até a próxima!
Luz dos Olhos
Cássia Eller
Ponho os meus olhos em você se você está
Dona dos meus olhos é você, avião no ar
Dia pr'esses olhos sem te ver é como o chão do mar
Liga o rádio à pilha, a TV só pra você escutar...
A nova música que eu fiz agora
Lá fora a rua vazia chora
Os meus olhos vidram ao te ver, são dois fãs, um par
Pus nos olhos vidros pra poder melhor te enxergar
Luz dos olhos, para anoitecer é só você se afastar
Pinta os lábios para escrever a tua boca em minha...
Que a nossa música eu fiz agora
Lá fora a Lua irradia glória
E eu te chamo
Eu te peço vem
Diga que você me quer porque eu te quero também
Faço as pazes lembrando
Passo as tardes tentando lhe telefonar
Cartazes te procurando
Aeronaves seguem pousando sem você desembarcar
Pra eu te dar a mão nessa hora
Levar as malas pro fusca lá fora
E eu vou guiando
Eu te espero, vem
Siga aonde vão meus pés porque eu te sigo também
Eu te amo, oh
Eu peço vem
Diga que você me quer porque eu te quero também...

*Esses são os dois awards que eu ganhei em um concurso há muito tempo atras, mas que só agora eu estou lembrando de colocar aqui :)
Bom, estou em semana de prova. Logo, não tenho tempo nenhum para pensar em posts criativos e cheios de idéias boas etc e tal. Mas com as provas parece que toda a minha energia das células cinzentas pulam de minha cabeça para os livros e cadernos, me deixando também sem energia cerebral durante a prova. O que é, obviamente, meu precipício de mil metros acima do nível do mar.
Ontem, só para começar a tortura tivemos uma prova assustadora de Traumato-Ortopedia. Foi uma daquelas provas que você senta, lê, não entende e que ainda tem que rezar para ter tirado pelo menos um. Pois é, as coisas não são fáceis para estudantes de Fisioterapia. Hoje, mais light, uma prova de Biossegurança. Certo que, até agora não entendi o que é isso (blá blá blá para proteção individual, coletiva e do meio ambiente). Acho que fui bem... acho... haha....
Amanhã temos um dia de folga, mas quinta é prova de novo. Para a minha felicidade são só cinco matériais para fazer essas provas chatas. Mas cada vez elas ficam mais complicadas de se fazer e de estudar. Nossa, acho que só Jesus mesmo para guiar minhas mãos enquanto respondo as questões...
Bom, como disse antes minha criatividade da semana esvaiu-se com os estudos. Antes que encerrar o post de hoje, quero só agradecer ao meu amor pelo texto lindo que ele deixou aqui! Leo, obrigada mil vezes por isso, você não faz a ideia de como me fez feliz com essa simples demonstração de amor pela minha pessoa xD Te amo um tantão assim, seu safado, cachorro, sem vergonha! Huehau
Beijos e até quinta :)
Lips Of An Angel
Hinder
Honey why are you calling me so late?
It's kinda hard to talk right now
Honey why are you crying?
Is everything okay?
I gotta whisper cause I can't be too loud
Well, my girl's in the next room
Sometimes I wish she was you
I guess we never really moved on
It's really good to hear your voice saying my name
It sounds so sweet
Coming from the lips of an angel
Hearing those words it makes me weak
And I never wanna say goodbye
But girl you make it hard to be faithful
With the lips of an angel
It's funny that you're calling me tonight
And yes I've dreamt of you too
And does he know you're talking to me?
Will it start a fight?
No, I don't think she has a clue
Well, my girl's in the next room
Sometimes I wish she was you
I guess we never really moved on
It's really good to hear your voice saying my name
It sounds so sweet
Coming from the lips of an angel
Hearing those wordsa it makes me weak
And I never wanna say goodbye
But girl you make it hard to be faithful
With the lips of an angel
It's really good to hear your voice saying my name
It sounds so sweet
Coming from the lips of an angel
Hearing those words it makes me weak
And I never wanna say goodbye
But girl you make it hard to be faithful
With the lips of an angel
(And I never wanna say goodbye)
But girl you make it so hard to be faithful
With the lips of an angel
Honey why are you calling me so late?

Juliana, eu te amo!
How Deep Is Your Love
Bee Gees
I know your eyes in the morning sun
I feel you touch me in the pouring rain
And the moment that you wander far from me
I wanna feel you in my arms again.
And you come to me on a summer breeze
Keep me warm in your love then you softly leave
And it's me you need to show
How deep is your love
(Chorus)
How deep is your love?
How deep is your love?
I really need to learn
Cause we're living in a world of fools
Breaking us down
When they all should let us be
We belong to you and me.
I believe in you
You know the door to my very soul.
You're the light in my deepest darkest hour
You're my saviour when I fall.
And you may not think I care for you
When you know down inside that I really do
And it's me you need to show How deep is your love?
(Chorus)
And you come to me on a summer breeze
Keep me warm in your love then you softly leave
And it's me you need to show
How deep is your love
Cansada.
Acho que só Jesus pode entender como estou cansada. Aqui em casa ninguém leva o fato a sério, falam que eu sou preguiçosa etc e tal. Na faculdade sempre perguntam " está cansada de fazer o que?" e eu nunca sei responder, porque realmente eu não sei o real motivo para estar tão esgotada fisicamente e mentalmente como estou nesses últimos tempos.
Minha vontade é de deitar e ficar inerte, dormindo ou ouvindo música olhando o tempo passar. Eu não estou feliz com a vida que estou levando. Primeiro que eu não queria estar desempregada. Eu queria ter meu emprego para poder comprar o que eu quiser sem precisar dar satisfações para ninguém. Eu queria morar sozinha. Ter meu apartamento, com minha televisão, meu fogão e minha geladeira, com uma cama Queen Size. Morar sozinha sem dar satisfações de quem entra de quem sai. Matar as baratas sozinha, me desesperar sozinha se a água do chuveiro estiver fria ou se o gás acabar. Eu queria ter meu carro para ir e vir sem ter que avisar para minha mãe e nem pedir permissão. Eu queria somente ter a minha liberdade.
E aqui em casa eu não tenho nem a mínima ideia do que é ser livre.
Me perguntam por que sai cedo da aula, como vim para casa, com quem vim. Se eu falar que eu não sai cedo porque não fui, que vim para casa de carro com homem maravilhoso, com certeza eu não saio mais de casa. Pois é, meus pais são superprotetores. Demais. Daqueles que acham que eu tenho que namorar na varanda de casa, com o cachorro no meio. E talvez ir para o sofá assistir um filme, na companhia de toda a família. Na melhor das hipóteses, ir no shopping. Quando meus amigos me perguntam porque eu sempre namorei escondido eu falo que é porque eu quero. Mentira, é porque todos conspiram para que assim seja.
Nem as minhas cartas eu tenho a chance de abrir! Quando eu as descubro, elas já foram abertas. Minha conta do celular e a fatura do cartão eu nem vejo porque nem chegam nas minhas mãos! Além do fato que eu gostaria de ter meu dinheiro para pagar minhas coisas, eu também gostaria de poder abrir as contas! Tudo é aberto: propagandas que recebo de cursos de fisioterapia de algumas clínicas, as faturas dos cartões de lojas de roupas, conta de celular, propagandas de qualquer coisa e até a revista de fisioterapia que sou assinante é aberta! Para que, meu Deus, abrem a maldita revista? Só para terem o prazer de verem minha cara de tristeza ao saber que ela está amassada por mãos que não as minhas, que o cheirinho de revista nova acabou antes de que eu o pudesse sentir.
Sábado vou jogar na loteria. Eu não acredito que exista uma Mega-Sena acumulada, para mim isso é tudo engana-trouxa. Mas vou ser mais uma enganada. Porque eu quero tentar. Porque eu preciso sair daqui. Porque eu já estou cansada de pegar minhas cartas abertas. Porque já estou cansada de ter um pai pão-duro. Porque eu quero assinar a SKY com pacote completo, incluindo o conteúdo adulto sem ninguém para me recriminar. Porque eu quero poder convidar meus amigos para uma festa e ser repreendida pelos vizinhos e porque eu só quero poder ser livre para viver a minha vida antes que seja tarde demais.
Beijos e até.
Minha Benção
Padre Marcelo Rossi
Já na alva luz do dia raiar
Lá estava a cena que me impressionou
Um anjo preso a jacó
Que por sua benção lutou, jamais desistiu
Não largava o anjo
Ele muito insistiu
Não sairia dali sem sua benção na mão
De tanto ele insistir o anjo lhe tocou
E abençoado ele foi
Preciso de uma benção
Não vou desistir
Sem ela eu não vou sair daqui
Só saio quando o senhor me tocar
Não posso mais ficar sem te sentir
Nada vai impedir a unção de Deus sobre mim
As aparências enganam.
Em qualquer cidade do país tem isso, claro. Mas acho que no Rio talvez seja mais presente. Posso estar errada, mas na minha opinião o grande "Oh" das aparências enganosas está presente na ex-Cidade Maravilhosa, Violent City - Rio de Janeiro.
Para ter a real comprovação dos fatos, é só entrar em seu carro e ir para o bairro da Barra da Tijuca. O bairro das celebridades. Onde moram 95% dos atores da Globo. Onde ficam concentrados diversos dos melhores shoppings da cidade, onde simplesmente vemos os carros importados, as mulheres com seus empregados atrás carregando suas bolsas, manobristas, os atores, cantores, o novo da tecnologia e onde vemos - pasmem - as notas de cem reais!
E lá estava eu, ontem, no BarraShopping - o maior shopping da cidade. Talvez do país, sei lá. O mais chique. O mais badalado, onde as duas da tarde de uma segunda feira temos que lutar para achar uma vaga no estacionamento. Onde os atores da Globo passam ao seu lado e você não faz nada por já estar acostumada. E lá estava eu, feliz da vida e toda mentida!
E então, as aparências. A primeira que me deixou alerta foi a de uma senhora, toda cheia de pose, com jóias e toda arrumada. Tipo aquelas milionárias de novelas da Globo. Pois é. Ela estava sentada em uma banquinho na loja "Renner" pedindo um empréstimo pessoal. oO Quem diria que aquela senhora estava no shopping para isso? Eu pensaria que ela estava comprando mais algumas bolsas Louis Vuitton e perfumes Giorgio Armani. Mas não, ela estava pedindo empréstimo.
Depois disso, fiquei em estado de alerta, pensando nesse post. Pensava nas palavras etc e tal quando me deparei com uma loja com carteiras da Louis Vuitton. Claro, meu sonho de consumo é uma carteira Louis Vuitton com brilhos que custa R$450,00. Fiquei lá na vitrine babando pela carteira quando me vem uma senhora com uma saia até o pé, uma sandália rasteirnha e uma blusinha muito da furreca. Parecia - sem ofensas - essas crentes pobrezinhas que frequentas a igreja do bairro. Pensei com meus botões "o que essa mulher faz aqui?". Era um pensamento meio preconceituoso, eu sei. Mas é algo inevitável de se pensar. E de repente, a senhora entrou na loja. Eu então entrei atrás com a curiosidade de gêmeos, para saber o que a pobre moça iria fazer em uma loja daquelas. E entam, veio o choque. Ela pediu uma carteira E uma bolsa da LV e pagou. À vista. Com notas de cem e de cinquenta. Novas. Recém tiradas do banco. Que brilhavam com a luz. Que fizeram meus olhos brilharem de prazer só de olhar. E o maior dos choques, a tal senhora, pelo que percebi, é uma cliente antiga da loja. Pois a funcionária já sabia seu nome. Eu fiquei lá, com cara de babaca, olhando aquela cena enquanto a funcionária me mostrava carteiras que eu teria que vender um rim para comprar, enquanto a outra comprava à vista. Interpretei como um sinal dos céus.
E daí nasceu o post. Desculpem o atraso para postar, mas tive um piriri em consequencia do almoço de Páscoa e preferi ficar deitada...
Beijos e até quinta :)
Máscara
Pitty
Diga quem você é, me diga
Me fale sobre a sua estrada
Me conte sobre a sua vida.
Tira, a máscara que cobre o seu rosto
Se mostre e eu descubro se eu gosto
Do seu verdadeiro jeito de ser.
Ninguém merece ser só mais um bonitinho
Nem transparecer consciente e inconsequente
Sem se preocupar em ser adulto ou criança
O importante é ser você.
Mesmo que seja estranho, seja você
Mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarro
Mesmo que seja estranho, seja você
Mesmo que seja...
Tira, a máscara que cobre o seu rosto
Se mostre e eu descubro se eu gosto
Do seu verdadeiro jeito de ser.
Ninguém merece ser só mais um bonitinho
Nem transparecer consciente ou inconsequente
Sem se preocupar em ser adulto ou criança
O importante é ser você.
Mesmo que seja estranho, seja você
Mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarro
Mesmo que seja estranho, seja você
Mesmo que seja...
Meu cabelo não é igual
A sua roupa não é igual
Ao meu tamanho, não é igual
Ao seu caráter, não é igual
Não é igual, não é igual...
I had enough of it, but I don't care (4x)
Diga quem você é, me diga
Me fale sobre a sua estrada
Me conte sobre a sua vida.
E o importante é ser você
Mesmo que seja estranho, seja você
Mesmo que seja bizarro, bizarro, bizarro (4x)
Todo mundo tem em suas lembranças um texto que marcou sua vida. E quem diz o contrário estará mentindo. Pode ser uma poesia, um pedaço de um livro ou um conto. Claro que comigo isso não seria diferente.
Hoje estava aqui quando lembrei desse conto da Clarice Lispector e resolvi colocar no blog. É um texto que me leva ao passado, me faz retornar para ao tempo de escola e reviver as aulas de literatura. Me faz lembrar os amigos que se perderam e de momentos que nunca mais irão retornar.
Medo da Eternidade
Clarice Lispector
Jamais esquecerei o meu aflitivo e dramático contato com a eternidade.
Quando eu era muito pequena ainda não tinha provado chicles e mesmo em Recife falava-se pouco deles. Eu nem sabia bem de que espécie de bala ou bombom se tratava. Mesmo o dinheiro que eu tinha não dava para comprar: com o mesmo dinheiro eu lucraria não sei quantas balas.
Afinal minha irmã juntou dinheiro, comprou e ao sairmos de casa para a escola me explicou:
- Como não acaba? - Parei um instante na rua, perplexa.
- Não acaba nunca, e pronto.
- Eu estava boba: parecia-me ter sido transportada para o reino de histórias de príncipes e fadas. Peguei a pequena pastilha cor-de-rosa que representava o elixir do longo prazer. Examinei-a, quase não podia acreditar no milagre. Eu que, como outras crianças, às vezes tirava da boca uma bala ainda inteira, para chupar depois, só para fazê-la durar mais. E eis-me com aquela coisa cor-de-rosa, de aparência tão inocente, tornando possível o mundo impossível do qual já começara a me dar conta.
- Com delicadeza, terminei afinal pondo o chicle na boca.
- E agora que é que eu faço? - Perguntei para não errar no ritual que certamente deveira haver.
- Agora chupe o chicle para ir gostando do docinho dele, e só depois que passar o gosto você começa a mastigar. E aí mastiga a vida inteira. A menos que você perca, eu já perdi vários.
- Perder a eternidade? Nunca.
O adocicado do chicle era bonzinho, não podia dizer que era ótimo. E, ainda perplexa, encaminhávamo-nos para a escola.
- Acabou-se o docinho. E agora?
- Agora mastigue para sempre.
Assustei-me, não saberia dizer por quê. Comecei a mastigar e em breve tinha na boca aquele puxa-puxa cinzento de borracha que não tinha gosto de nada. Mastigava, mastigava. Mas me sentia contrafeita. Na verdade eu não estava gostando do gosto. E a vantagem de ser bala eterna me enchia de uma espécie de medo, como se tem diante da idéia de eternidade ou de infinito.
Eu não quis confessar que não estava à altura da eternidade. Que só me dava aflição. Enquanto isso, eu mastigava obedientemente, sem parar.
Até que não suportei mais, e, atrevessando o portão da escola, dei um jeito de o chicle mastigado cair no chão de areia.
- Olha só o que me aconteceu! - Disse eu em fingidos espanto e tristeza. - Agora não posso mastigar mais! A bala acabou!
- Já lhe disse - repetiu minha irmã - que ela não acaba nunca. Mas a gente às vezes perde. Até de noite a gente pode ir mastigando, mas para não engolir no sono a gente prega o chicle na cama. Não fique triste, um dia lhe dou outro, e esse você não perderá.
Eu estava envergonhada diante da bondade de minha irmã, envergonhada da mentira que pregara dizendo que o chicle caíra na boca por acaso.
Mas aliviada. Sem o peso da eternidade sobre mim.
A bagunça: uma breve descrição da atual situação do meu quarto.
Sempre gostei de ver meu quarto devidamente arrumado. Sem poeira, os livros alinhados, os filmes ordenados pelo gênero, tudo com suas respectivas capas e nada espalhado pelo chão. Mas hoje a situação está diferente. Como eu fui deixar para arrumar o quarto somente quando a TV voltar do conserto, aqui dentro está um verdadeiro caos. A última vez que o limpei foi no sábado após a morte da minha tia, um mês atrás. E como eu vou ter que arrumar tudo na sexta para a Páscoa, hoje me deu um verdadeiro desespero ao constatar que vou levar um dia inteiro para deixar o quarto apresentável para o almoço de domingo com a presença de toda a família. E então, vim escrever aqui. E como nada tinha em mente para o post de hoje que deveria ter sido o de ontem, vou dar os detalhes da desordem.
Estante de livro: a parte mais arrumada do quarto. Os livros da Agatha Christie estão desalinhados e uma certa quantidade de poeira esta presente. Meus anjinhos, estam nas nuvens... mesmo que sejam de poeira. E meus marcadores de páginas estão jogados por cima de alguns livros e mais alguns estam no chão, por cima da capa do DVD que se encontra embolada no pé da estante. E tem uma bonequinha "Witch" por baixo da capa... Só Jesus para me ajudar.
Móvel da TV: o caos. Os filmes estam caídos para os lados e tem muita poeira. No lugar onde devia estar a tv, no momento tem a capa a tv, a capa do computador, a caixinha do meu aparelho, minha escova de dente, um pacote de Trakinas, uma caixa de algodão, cabo usb da câmera, duas caixas de fósforos, veneno de barata, cartuchos vazios da impressora, livro "A Mansão Hollow", um porta-incenso, uma bruxinha em uma lua, um tatu de pelúcia e um macaco que dança Macarena.
Mesa do PC: vários papéis, remédios, brincos, uma boneca de camponesa com cenouras oO, uma boneca de fisioterapeuta, um furby, o mp3 da minha irmã, a câmera, canetas, pinça, espelho, tampinhas verdes de refrigerante, água oxigenada, amônia, pente, brilho, mais remédios, planfetos que minha irmã pegou na rua e jogou aqui em cima, cartão de feliz páscoa que ela ganhou na escola, algumas pulseiras e uma chave de ferramenta. Sem mais comentários, por favor...
Chão: papéis, canetas, roupas sujas e vários tênis e sandálias.
Meu ármario: esse não tem mais solução. As roupas que deviam estar penduradas estam caídas. Minha mochila está amassada entre meus livros da faculdade e meus perfumes. Várias cartas que recebi no último mês fazem um montinho em baixo dos meus anti-transpirantes. Tem um caderno que não é meu, deve ser de alguém que pedi emprestado... De qualquer forma, não copiei e vou ter que xerocopiar.
Bom... um post sem graça, mas foi o que me deu vontade de escrever. As vezes acontece isso, de não ter criatividade para fazer um post decente... haha... eu ia falar sobre flatos oO Isso parece que ficou bem melhor do que os gases humanos...
Beijos e até sexta!
Lovefool
The Cardigans
Dear, I fear we're facing a problem
You love me no longer, I know
And maybe there is nothing
That I can do to make you do
Mama tells me I shouldn't bother
That I ought to stick to another man
A man that surely deserves me
But I think you do...
So I cry, and I pray, and I beg
Love me, love me
Say that you love me
Fool me, fool me
Go on and fool me
Love me, love me
Pretend that you love me
Leave me, leave me
Just say that you need me
So I cry and I beg for you to
Love me, love me
Say that you love me
Leave me, leave me
Just say that you need me
I can't care 'bout anything but you...
Lately I have desperately pondered,
Spent my nights awake and I wonder
What I could have done in another way
To make you stay
Reason will not lead to solution
I will end up lost in confusion
I don't care if you really care
As long as you don't go
So I cry, I pray and I beg
Love me, love
Say that you love me
Fool me, fool me
Go on and fool me
Love me, love me
Pretend that you love me
Leave me, leave me
Just say that you need me
So I cry and I beg for you to
Love me, love me
Say that you love me
Leave me, leave me
Just say that you need me
I can't care 'bout anything but you... (Anything but you...)
Love me, love me (Say that you love me)
Fool me, fool me (Go on and fool me)
Love me, love me (I know that you need me)
I can't care 'bout anything but you...
Uma noite de insônia - Parte II
Meia-Noite: depois de um bocejo discreto, resolvo que está na hora de desligar o computador e começo todo o processo antes de dormir (xixi; banho; água; fio dental; escova e pasta de dentes de açai xD; listerne citrus). Tudo na perfeita ordem. Pego meu lençol para cobrir meus pés - tenho medo de que um ser de outro mundo puxe meu pé durante meu sono - abraço o travesseiro, me entorto e fecho os olhos. u.u E... bem... cadê o sono que eu eu sentia dez minutos antes?
Viro para um lado. Viro para o outro. Barriga para cima, barriga para baixo. Deito para o outro lado da cama e viro de novo para os lados. Levanto e acendo a luz. Por que não ler um pouco? Vou na estante, pego "Morte nas Nuvens", da Agatha Christie. Sento na cama e leio até o capítulo cinco. Deito e leio até o capítulo dez. Guardo o livro e resolvo dormir. Deito. Viro de um lado, viro para o outro. Abro os olhos e olho pela janela. Hum... um gato no portão, só vejo os olhos vermelhos.
Levanto. Desço as escadas e vou na cozinha. Bebo 600 ml de água. Hum... sorvete. Pego uma colher e bebo mais água. Vou na sala, ligo a tv. NADA. Volto para o quarto. Sento no chão, abro meu armário e fico olhando umas apostilas enquanto escuto meu mp3 e resolvo dançar "Buttons" na madrugada. Hum... Pego um incenso de rosas brancas e ascendo. Deito...
Começo a pensar no Pan. Beisebol, vôlei, tênis e futebol. Cinco jogos = cinquenta reais. Somando o mínimo de quatro reais do ônibus. Será que vão colocar linhas especiais como no Rock in Rio e no show dos Rolling Stones ano passado? Viro. Pego o livro e vou até o capítulo quinze. Meu deu vontade de assistir "Presença de Anita", na parte que ela sai do banho cantando "Pigalle". Pego meu DVD e o box da série e vou para a sala. Coloco Anita e vou passando as cenas com o controle. Alguém desce a escada e eu coloco rapidamente em um desses canais de venda. Desligo tudo e volto para o quarto. Deito. Viro para um lado, viro para o outro. Levanto. Vou na varanda para ver meu filho Frodo e ele parece uma bolinha laranja. Começo a tirar as folhas secas dos vasos de planta. Termino, volto para o quarto. Abro meu armário, fecho meu armário. Vou na cozinha e bebo mais água e vou no banheiro. Lavo minha mão, faço um outro xixi e lavo as mãos de novo. Volto para o quarto, deito. Viro. Agarro o travesseiro. Levanto. Deito de novo. Agora vai...
04:35 - A última vez que olhei para o relógio antes de finalmente cair no sono.
09:01 - Minha mãe entra no quarto gritando dizendo que sou preguiçosa e não posso dormir tanto assim e que tenho que acordar. Agora, me dizem peloamordenossosenhor, eu mereço? Mereço? Fiz algo de errado? Por que?
Aff... as vezes acho que o universo conspira contra mim.
Juliana
Drive
Fiquei acordado ao teu lado
Pra ver as horas passarem
Não faz sentido a vida
Se os dois lados não se encontrarem
Não vejo o céu estrelado
Somente um temporal em você
O que os olhos não vêem
O coração não sente
É tão difícil perceber
Que ela dança
Quando escuta a música tocar
Se está sozinha
É pelo simples fato de querer estar
Juliana (3x)
De longe eu observava
Seus olhos que chamavam por mim
Faltam dois segundos pra te conquistar
E você parece estar a fim
Foram poucas frases antes do primeiro beijo
Eu nunca mais vou esquecer
Pra você pode ter sido apenas um momento
Que com o tempo vai desaparecer
E ela dança
Quando escuta a música tocar
Se está sozinha
É pelo simples fato de querer estar
Juliana (3x)